segunda-feira, 18 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Festival Internacional de Jazz promove intercâmbio cultural
Organização pretende tornar o festival anual
Festival Internacional de Jazz promove intercâmbio cultural
O crítico de Jazz Jerónimo Belo disse sexta-feira, em Luanda, que a criação de um espírito de unidade entre povos e culturas diferentes de países da África Austral é um dos principais propósitos da realização do1º Festival Internacional de Jazz de Luanda.
Gegé Belo realçou, na abertura do encontro sobre a realização do “Luanda Internacional Jazz Festival”, que o Jazz vai ajudar na aproximação entre os músicos e apreciadores do estilo de diferentes nacionalidades, hábitos e culturas, de maneira a trocarem experiências.
Aquele membro da organização do festival referiu que o “Jazz é uma música gerada por escravos africanos e os angolanos sofrem muito com a violência sobre o melhor potencial humano”. O crítico disse que a realização do festival surge também para fortificar o passado e a história dos africanos, particularmente de Angola.
A organização garantiu a presença, no evento, de artistas angolanos, moçambicanos, sul-africanos e americanos de qualidade.
Apesar de adiantar os nomes dos artistas convidados, Jerónimo Belo disse que já está confirmada a presença de Afrikanita, um dos nomes mais destacados a nível nacional na promoção do Jazz. Também assegurou a participação de duas bandas tradicionais e outros músicos da nossa praça.
Organização do festival quer espectáculo anual
Adriano Cristóvão, vice-presidente da “Ritek”, empresa que promove o festival, afirmou que é pretensão da organização transformar o evento num projecto anual. Para ele, o I Festival Internacional de Jazz de Luanda, que se realiza nos dias 31 de Julho e 1 de Agosto, deve ser antecedido de acções educativas e troca de experiências entre músicos angolanos e estrangeiros, no período de 25 a 30 de Julho.
Adriano Cristóvão disse que os espectáculos reúnem uma vasta gama de géneros de Jazz.
Os shows vão ser realizados em três palcos diferentes, nos dois dias. Além das exibições dos artistas, haverá uma componente educativa que vai permitir a promoção do Jazz, através de seminários.
Quanto ao local da realização do evento, o responsável avançou que ainda está em negociação, mas “queremos realiza-lo no Centro de Convenções de Talatona, por ser o palco ideal para albergar um show de tal magnitude”.
O vice-presidente da empresa organizadora do evento, Adriano Cristóvão assegurou que, para garantir a qualidade do festival, a sua empresa associou-se À “ESP África”, empresa sul-africana experiente em produção, preparação e logística de actividades do género, e realizadora do quarto maior festival do mundo, o “Cape Town Jad International Jazz Festival”.
“Reunimo-nos há bem pouco tempo com dois colegas estrangeiros, um logístico e outro especialista em festivais, e acertamos alguns detalhes”, disse, acrescentando que outra intenção da organização do festival é a promoção e divulgação do jazz em Angola.
Fonte: Jornal de Angola (Roque Silva), 2009.05.10
Festival Internacional de Jazz promove intercâmbio cultural
O crítico de Jazz Jerónimo Belo disse sexta-feira, em Luanda, que a criação de um espírito de unidade entre povos e culturas diferentes de países da África Austral é um dos principais propósitos da realização do1º Festival Internacional de Jazz de Luanda.
Gegé Belo realçou, na abertura do encontro sobre a realização do “Luanda Internacional Jazz Festival”, que o Jazz vai ajudar na aproximação entre os músicos e apreciadores do estilo de diferentes nacionalidades, hábitos e culturas, de maneira a trocarem experiências.
Aquele membro da organização do festival referiu que o “Jazz é uma música gerada por escravos africanos e os angolanos sofrem muito com a violência sobre o melhor potencial humano”. O crítico disse que a realização do festival surge também para fortificar o passado e a história dos africanos, particularmente de Angola.
A organização garantiu a presença, no evento, de artistas angolanos, moçambicanos, sul-africanos e americanos de qualidade.
Apesar de adiantar os nomes dos artistas convidados, Jerónimo Belo disse que já está confirmada a presença de Afrikanita, um dos nomes mais destacados a nível nacional na promoção do Jazz. Também assegurou a participação de duas bandas tradicionais e outros músicos da nossa praça.
Organização do festival quer espectáculo anual
Adriano Cristóvão, vice-presidente da “Ritek”, empresa que promove o festival, afirmou que é pretensão da organização transformar o evento num projecto anual. Para ele, o I Festival Internacional de Jazz de Luanda, que se realiza nos dias 31 de Julho e 1 de Agosto, deve ser antecedido de acções educativas e troca de experiências entre músicos angolanos e estrangeiros, no período de 25 a 30 de Julho.
Adriano Cristóvão disse que os espectáculos reúnem uma vasta gama de géneros de Jazz.
Os shows vão ser realizados em três palcos diferentes, nos dois dias. Além das exibições dos artistas, haverá uma componente educativa que vai permitir a promoção do Jazz, através de seminários.
Quanto ao local da realização do evento, o responsável avançou que ainda está em negociação, mas “queremos realiza-lo no Centro de Convenções de Talatona, por ser o palco ideal para albergar um show de tal magnitude”.
O vice-presidente da empresa organizadora do evento, Adriano Cristóvão assegurou que, para garantir a qualidade do festival, a sua empresa associou-se À “ESP África”, empresa sul-africana experiente em produção, preparação e logística de actividades do género, e realizadora do quarto maior festival do mundo, o “Cape Town Jad International Jazz Festival”.
“Reunimo-nos há bem pouco tempo com dois colegas estrangeiros, um logístico e outro especialista em festivais, e acertamos alguns detalhes”, disse, acrescentando que outra intenção da organização do festival é a promoção e divulgação do jazz em Angola.
Fonte: Jornal de Angola (Roque Silva), 2009.05.10
Festival de jazz de Luanda é apresentado à imprensa
O projecto musical “Luanda Internacional Jazz Festival” vai ser apresentado amanhã, às 11 horas, em conferência de imprensa, no Centro de Imprensa Aníbal de Melo, em Luanda. A realização do festival é de 27 de Julho a 1 de Agosto, no Centro de Convenções de Talatona.
Considerado um passo muito importante, pelo crítico de Jazz, Jerónimo Belo, o festival vai ser organizado pela empresa angolana Ritek.
Jerónimo Belo, que é porta-voz do evento, disse ao Jornal de Angola que o festival vai reunir músicos internacionais do continente africano, dos Estados Unidos da América e de Cuba.
George Benson, Dianne Reeves, Terence Blanchard e Rachel Serrel constam da lista dos artistas não africanos que o festival pretende convidar, enquanto o sul-africano Hugh Massekela e o moçambicano Jimmy Dludlu são referências ao nível dos músicos africanos.
Inovação em termos de dimensão do espectáculo, impacto e qualidade são as metas que Jerónimo Belo apontou na realização do “Luanda Internacional Jazz Festival”.
O “JA” apurou que o festival vai ter uma componente educativa. Além dos concertos vão realizados seminários com músicos internacionais, que vão trocar experiências com os músicos angolanos.
A participação de músicos angolanos vai ser, igualmente, uma das novidades do Festival. Paulo Flores, Dodó Miranda, Afrikanita e Sandra Cordeiro, e os instrumentistas Mário Garnacho, Hélio Cruz, Dalú Roger e Wando Moreira, já estão confirmados.
Para que o evento atinja os seus objectivos em termos de qualidade artística e de organização, os promotores mantêm colaboração com a “Espafrica”, que realizou o “Cape Town International Jazz Festival”, considerado o quarto maior festival de jazz do mundo.
Considerado um passo muito importante, pelo crítico de Jazz, Jerónimo Belo, o festival vai ser organizado pela empresa angolana Ritek.
Jerónimo Belo, que é porta-voz do evento, disse ao Jornal de Angola que o festival vai reunir músicos internacionais do continente africano, dos Estados Unidos da América e de Cuba.
George Benson, Dianne Reeves, Terence Blanchard e Rachel Serrel constam da lista dos artistas não africanos que o festival pretende convidar, enquanto o sul-africano Hugh Massekela e o moçambicano Jimmy Dludlu são referências ao nível dos músicos africanos.
Inovação em termos de dimensão do espectáculo, impacto e qualidade são as metas que Jerónimo Belo apontou na realização do “Luanda Internacional Jazz Festival”.
O “JA” apurou que o festival vai ter uma componente educativa. Além dos concertos vão realizados seminários com músicos internacionais, que vão trocar experiências com os músicos angolanos.
A participação de músicos angolanos vai ser, igualmente, uma das novidades do Festival. Paulo Flores, Dodó Miranda, Afrikanita e Sandra Cordeiro, e os instrumentistas Mário Garnacho, Hélio Cruz, Dalú Roger e Wando Moreira, já estão confirmados.
Para que o evento atinja os seus objectivos em termos de qualidade artística e de organização, os promotores mantêm colaboração com a “Espafrica”, que realizou o “Cape Town International Jazz Festival”, considerado o quarto maior festival de jazz do mundo.
Fonte: Jornal de Angola, 2009.05.07
Luanda recebe músicos de renome num festival internacional de jazz
Um festival internacional de jazz vai realizar-se em Luanda, no Centro de Convenções de Talatona, de 27 de Julho a 1 de Agosto, prevendo-se a participação de músicos renomados, com destaque para o norte-americano George Benson.
Promovido pela empresa angolana Ritek, em parceria com a sul-africana Espafrica, o Luanda International Jazz Festival pretende tornar-se uma referência entre os certames deste estilo de música no continente, disse, ontem, à imprensa, o porta-voz do festival, Jerónimo Belo.
O promotor de jazz afirmou que este festival é “um passo muito importante que surge na sequência de várias iniciativas individuais e colectivas” que justificam a organização de um certame de carácter internacional.
Jerónimo Belo disse que a organização está a manter contactos com várias estrelas internacionais do jazz e apontou os nomes de George Benson, Dianne Reeves, Terence Blanchard e Rachel Serrel, dos Estados Unidos, o cubano Chuchu Valdez, o sul-africano Hugh Masekela e o moçambicano Jimmy Dludlu.
Embora não haja ainda confirmação, Jejé Belo adiantou que a organização está a trabalhar para garantir a presença desses músicos, dependendo, nalguns casos, das suas agendas de concertos. “Este festival será um passo de gigante, porque vai ser uma inovação em termos de dimensão de espectáculos, impacto e qualidade”, afirmou, referindo que a organização é garantida por uma equipa angolana em parceria com uma empresa sul-africana que tem grandes experiência em actividades do género.
A Espafrica realizou o “Cape Town International Jazz Festival”, considerado o quarto maior festival de jazz do Mundo, referiu.
O festival vai ter, igualmente, a participação de grandes nomes da música angolana, como Paulo Flores, Dodó Miranda, Afrikanita e Sandra Cordeiro, e os instrumentistas Mário Garnacho, Hélio Cruz, Dalú Roger e Wando Moreira. Os concertos vão decorrer no Centro de Convenções de Talatona, entre 31 de Julho e 1 de Agosto, em três salas em simultâneo.
De acordo com Jerónimo Belo, o festival vai ter uma componente educativa. Além dos concertos, vão ser realizados seminários com músicos internacionais, que vão trocar experiências com os músicos angolanos da especialidade.
Promovido pela empresa angolana Ritek, em parceria com a sul-africana Espafrica, o Luanda International Jazz Festival pretende tornar-se uma referência entre os certames deste estilo de música no continente, disse, ontem, à imprensa, o porta-voz do festival, Jerónimo Belo.
O promotor de jazz afirmou que este festival é “um passo muito importante que surge na sequência de várias iniciativas individuais e colectivas” que justificam a organização de um certame de carácter internacional.
Jerónimo Belo disse que a organização está a manter contactos com várias estrelas internacionais do jazz e apontou os nomes de George Benson, Dianne Reeves, Terence Blanchard e Rachel Serrel, dos Estados Unidos, o cubano Chuchu Valdez, o sul-africano Hugh Masekela e o moçambicano Jimmy Dludlu.
Embora não haja ainda confirmação, Jejé Belo adiantou que a organização está a trabalhar para garantir a presença desses músicos, dependendo, nalguns casos, das suas agendas de concertos. “Este festival será um passo de gigante, porque vai ser uma inovação em termos de dimensão de espectáculos, impacto e qualidade”, afirmou, referindo que a organização é garantida por uma equipa angolana em parceria com uma empresa sul-africana que tem grandes experiência em actividades do género.
A Espafrica realizou o “Cape Town International Jazz Festival”, considerado o quarto maior festival de jazz do Mundo, referiu.
O festival vai ter, igualmente, a participação de grandes nomes da música angolana, como Paulo Flores, Dodó Miranda, Afrikanita e Sandra Cordeiro, e os instrumentistas Mário Garnacho, Hélio Cruz, Dalú Roger e Wando Moreira. Os concertos vão decorrer no Centro de Convenções de Talatona, entre 31 de Julho e 1 de Agosto, em três salas em simultâneo.
De acordo com Jerónimo Belo, o festival vai ter uma componente educativa. Além dos concertos, vão ser realizados seminários com músicos internacionais, que vão trocar experiências com os músicos angolanos da especialidade.
“Isso vai permitir que alcancemos resultados positivos e o público vai ter a possibilidade de assistir a concertos de grande nível, porque vamos ter três salas em simultâneo”, realçou o organizador do festival.
Fonte: Jornal de Angola (Alexa Sonhi), 2009.05.01
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